segunda-feira, 1 de abril de 2013



A mulher baiana em vários tons





Entre noiva e piriguete, santinha e bandida, guerreira e putinha, seis narrativas compõem a coletânea As baianas. Inspirada no livro de Sérgio Porto, “As cariocas”, a iniciativa passa longe de uma possível homenagem ao famoso cronista e escritor. São seis olhares distintos sobre cenários e personagens igualmente peculiares.

A diversidade da proposta, ao retratar a mulher baiana sem apelos caricatos e estereotipados, não fica restrita apenas às narrativas de Carlos Barbosa (A putinha da Vitória), Elieser Cesar (A guerreira da Lapinha), Gustavo Rios (A noivinha do Cabula), Lima Trindade (A piriguete de Ondina), Mayrant Gallo (A Bonnie dos Barris) e Tom Correia (A santinha da Ribeira). A Casarão do Verbo decidiu lançar também duas versões de capa, cada uma delas representando o volume de modo bem particular.

As baianas tem apresentação do jornalista Xico Sá e posfácio do escritor e presidente da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa, e traz em suas 152 páginas uma variedade de enredos e perspectivas dos quais emerge uma Salvador extremamente contemporânea, urbana e repleta de singularidade. Traz também um breve ensaio fotográfico em P&B, assinado por Gal Meirelles e distribuído em seis imagens que antecedem cada conto.



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