quinta-feira, 31 de janeiro de 2013



Dicas de make pra pele negra por Fabiana Gomes, da M.A.C


Vem ler as dicas de Fabiana Gomes, da M.A.C, pra fazer um make incrível na pele negra
“A cor da sombra e do batom não importa, porque a pessoa tem que usar o que gosta. O que importa é achar o tom certo da sua pele pra ela ficar linda e não ficar cinza. Isso acontece bastante”. Ou seja: atenção na hora de comprar base, corretivo e pó! O ideal é experimentar na loja e procurar uma fonte de luz natural.

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Antes de tudo: "O mais importante é encontrar seu tom de pele". Isso requer atenção na hora de compra base, corretivo, pó...

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E aí não tem jeito, tem que testar os produtos na loja!

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Uma base errada pode deixar a pele acinzentada, ao contrário dessa beleza incrível, do verão 2013 de Peter Philips. Pele feita, parta pro iluminador! Fabi indica um tom de bronze, que em cima de peles bem escuras dá a mesma leitura que os perolados em peles claras

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"A cor não importa, a pessoa é que tem que gostar ou não", diz a maquiadora. No outono-inverno 2012/13 de Roberto Cavalli, Naomi Campbell desfilou com mix de cores lindo nas pálpebras

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A dica pras cores é "escolher produtos mais luminosos, mais brilhantes, porque aí a cor sempre vai saltar mais e valorizar. E os acobreados e dourados não têm erro". Gosta de vermelho? Escolha um bem vibrante, e use o mesmo raciocínio, lembrando de priorizar a luminosidade dos produtos.








Olheiras e bolsas embaixo dos olhos: como tratar?

Olheiras e bolsas embaixo dos olhos: como tratar? - 1 (© Compressa com máscaras de gel e pepinos gelados estão entre as técnicas que amenizam olheiras.)

Se as suas olheiras aparecem de vez em quando, você é do tipo sortuda: são as mais fáceis de amenizar. Provavelmente foram causadas por noites insones ou stress em demasia, um bom descanso e compressas de pepino deixarão seus olhos novinhos em folha. Já as crônicas, ou seja, olheiras que são heranças genéticas, estas podem ser tratadas com laser, entre outras técnicas.
Para quem sofre na frente do espelho com aquelas bolsas embaixo dos olhos há tratamentos não invasivos como a radiofrequência. O dermatologista Dr. Jardis Volpi esclarece sobre o assunto e também dá algumas dicas de procedimentos caseiros que podem ajudar. E, claro, o que há de mais atual em tratamentos e cosméticos disponíveis no mercado.
Olheiras e bolsas embaixo dos olhos: como tratar? - 1 (© Compressa com máscaras de gel e pepinos gelados estão entre as técnicas que amenizam olheiras.)

O que são olheiras?
Dr. Jardis Volpi: As olheiras são pigmentos escuros, em geral violáceos, que aparecem ao redor dos olhos e que conferem uma aparência de cansaço à expressão. São facilmente reconhecidas, por exemplo, após um período de cansaço agudo, como uma noite não dormida, ou um período de stress mais prolongado.

Olheiras e bolsas embaixo dos olhos: como tratar? - 1 (© Compressa com máscaras de gel e pepinos gelados estão entre as técnicas que amenizam olheiras.)

Quais tipos de olheiras existem?
Dr. Jardis Volpi: As olheiras são subdivididas em duas categorias: as agudas e as crônicas. As agudas são mais relacionadas com um fator externo que gera cansaço ou stress ao organismo, como sono ruim, má alimentação, sobrecarga de trabalho, enfim, algo que exija mais do que seu organismo possa suportar. As crônicas estão relacionadas à genética e à raça (os espanhóis e árabes têm mais), mas também com problemas como alergias nasais, desvio de septo (que provoca má qualidade de respiração), cigarro, consumo de bebidas alcoólicas etc.

Olheiras e bolsas embaixo dos olhos: como tratar? - 1 (© Compressa com máscaras de gel e pepinos gelados estão entre as técnicas que amenizam olheiras.)

Como diferenciar olheiras de bolsas?
Dr. Jardis Volpi: As olheiras são os pigmentos escurecidos, já as bolsas nada mais são do que gordura que se projetou para a frente e formou uma espécie de 'inchaço' permanente. O dermatologista consegue diferenciar a bolsa do edema (inchaço), que podem coexistir na mesma pessoa.

Olheiras e bolsas embaixo dos olhos: como tratar? - 1 (© Compressa com máscaras de gel e pepinos gelados estão entre as técnicas que amenizam olheiras.)

Existe tratamento para olheiras? Quais são?
Dr. Jardis Volpi: Existem vários tratamentos. Para as agudas, basta corrigir o estilo de vida inadequado. Para as crônicas, podemos usar lasers para clarear os pigmentos violáceos, como é o caso do laser Elektra (entre 6 e 10 sessões, uma sessão por semana). Muitas pessoas também têm o que chamamos de olho fundo ou canal da lágrima e, ao corrigirmos esse canal com preenchimentos delicados de ácido hialurônico, melhoramos bastante a aparência de cansaço e as olheiras, pois nesse canal se forma uma sombra que dá uma maior impressão de olheiras.
Olheiras e bolsas embaixo dos olhos: como tratar? - 1 (© Compressa com máscaras de gel e pepinos gelados estão entre as técnicas que amenizam olheiras.)

Há cremes disponíveis no mercado para olheiras?
Dr. Jardis Volpi: Sim, muitos deles à base de produtos que melhoram a circulação sanguínea e linfática do local, como Gingko Biloba, Rutina etc. A Vitamina K é muito irritativa, bem como o ácido tioglicólico, um produto quelante de ferro e que ajuda no clareamento, mas seu uso deve ser feito com acompanhamento dermatológico, uma vez que pode provocar irritações.

Olheiras e bolsas embaixo dos olhos: como tratar? - 1 (© Compressa com máscaras de gel e pepinos gelados estão entre as técnicas que amenizam olheiras.)

Para amenizar olheiras de cansaço: compressa gelada ou de chá de camomila ajuda?
Dr. Jardis Volpi: Compressas com rodelas de pepino gelado melhoram bastante, pois o pepino é rico em calmantes que aliviam o cansaço ao redor dos olhos e ajudam no clareamento.

Olheiras e bolsas embaixo dos olhos: como tratar? - 1 (© Compressa com máscaras de gel e pepinos gelados estão entre as técnicas que amenizam olheiras.)

Há tratamento para minimizar as bolsas embaixo dos olhos? Quais são?
Dr. Jardis Volpi: Os não invasivos têm melhores resultados em bolsas leves ou moderadas. Nesse caso, podemos usar um aparelho de radiofrequência chamado Thermage Eyes, um procedimento feito a cada seis meses, não invasivo e sem cortes, que ajuda na firmeza da pele e previne as ruguinhas mais finas de aparecerem. Por fortalecer a pele, ajuda a reduzir o inchaço e 'segura' mais as bolsas. Infelizmente, não existem muitas dicas caseiras.

Olheiras e bolsas embaixo dos olhos: como tratar? - 1 (© Compressa com máscaras de gel e pepinos gelados estão entre as técnicas que amenizam olheiras.)

Quando há indicações para plástica nos olhos e retirada das bolsas?
Dr. Jardis Volpi: Quando elas já passam a incomodar esteticamente ou, por exemplo, atrapalhar a leitura, no caso das pálpebras superiores que recobrem os olhos.





OSCAR 2013: Barbra Streisand vai cantar na cerimônia depois de 36 anos


Aprenda a se livrar de um relacionamento destrutivo...

Aprenda a se livrar de um relacionamento destrutivo - 1 (© Mulheres são mais propensas a "embarcar" neste tipo de relação! Créditos: Thinkstock)

O pai da psicanálise, Sigmund Freud, disse que estar apaixonado é estar muito mais próximo da insanidade do que da razão. Sua afirmação encontra sentido se pensarmos numa relação que sai do modo angelical para entrar no modo "relacionamento destrutivo", onde uma pessoa se torna dependente da outra e a coloca acima de tudo em sua vida.
Aprenda a se livrar de um relacionamento destrutivo - 1 (© Mulheres são mais propensas a "embarcar" neste tipo de relação! Créditos: Thinkstock)

O que é uma relação dramática?
Para a psicóloga clínica e psicoterapeuta Triana Portal, uma relação destrutiva é aquela em que a angústia e a dor prevalecem sobre os momentos de prazer e paz de espírito. Em casos assim, o ideal é procurar um profissional. 'A terapia ajuda a identificar as causas do vínculo destrutivo e direciona e instrumentaliza a pessoa a melhorar seu padrão relacional', explica.

Aprenda a se livrar de um relacionamento destrutivo - 1 (© Mulheres são mais propensas a "embarcar" neste tipo de relação! Créditos: Thinkstock)

Quem é mais propenso a entrar neste tipo de relação: homens ou mulheres?
Historicamente, as mulheres são mais propensas a submeter-se a dor e ao desprazer. Isso se dá por questões culturais enraizadas e ainda pela interligação entre dependência amorosa e financeira. 'É claro que isso já foi mais evidente no passado, mas hoje temos as lacunas deixadas pelos casamentos desfeitos que propiciam elas embarcar neste tipo de relacionamento', explica a psicóloga.
Já os homens, de um modo geral, são mais concretos, menos ligados a sentimentos, mas há uma minoria que se alimenta de relações doentias. 'Digo alimentar-se porque algumas pessoas, geralmente com histórico familiar disfuncional, que se tornam viciadas no sofrimento, engendram e não conseguem sair do ciclo destrutivo', observa Triana.
Aprenda a se livrar de um relacionamento destrutivo - 1 (© Mulheres são mais propensas a "embarcar" neste tipo de relação! Créditos: Thinkstock)

Como reconhecer um homem destrutivo?
O homem destrutivo abusa da simulação, da mentira, tende a culpar sempre os outros por suas desventuras, possui um comportamento pouco consistente com oscilações de humor e vícios.


Aprenda a se livrar de um relacionamento destrutivo - 1 (© Mulheres são mais propensas a "embarcar" neste tipo de relação! Créditos: Thinkstock)

Qual perfil de mulher costuma aceitar este tipo de relação?
'Em geral, são mulheres com baixa autoestima, com tendência à depressão, aquelas que sofreram recorrentes decepções amorosas ou ainda que tiveram ausência ou modelo disfuncional de pai ou até mesmo uma infância traumática', explica.

Aprenda a se livrar de um relacionamento destrutivo - 1 (© Mulheres são mais propensas a "embarcar" neste tipo de relação! Créditos: Thinkstock)

O medo de perder o parceiro é um dos principais sintomas para se envolver em relações doentias?
O medo de ficar sozinha, de ver o parceiro com outra pessoa, de não conseguir ter um novo amor ou ainda de não suportar a dor da perda são alguns dos sintomas para elas se envolverem ou permanecerem em relações doentias. 'Algumas mulheres carregam um vazio interior tão profundo que não conseguem buscar forças em si mesmas. Muitas vezes, refletir sobre a existência é algo tão doloroso que elas acabam projetando no outro toda a responsabilidade por sua felicidade', observa Triana.

Aprenda a se livrar de um relacionamento destrutivo - 1 (© Mulheres são mais propensas a "embarcar" neste tipo de relação! Créditos: Thinkstock)

Pessoas destrutivas podem mudar?
A pessoa tem que enxergar e assumir seus defeitos, o que, em alguns casos, é dificílimo. A disponibilidade emocional para a mudança tem que partir da própria pessoa e, ainda assim, pode ser um processo longo. 'Padrões arraigados têm força enorme sobre o ser humano. A tendência para a repetição é inerente à existência e lutar contra ela requer muita força de vontade e trabalho terapêutico', destaca a psicóloga.

Aprenda a se livrar de um relacionamento destrutivo - 1 (© Mulheres são mais propensas a "embarcar" neste tipo de relação! Créditos: Thinkstock)

A única solução é sair dessa relação?
O ideal é sair dessa relação e cortar vínculos. Quando se tenta 'desmamar' da relação, as chances de recaídas são imensas. Nessas situações, a ajuda de um psicólogo é fundamental. Se existe a vontade mútua de tornar a relação mais salubre, uma terapia de casal pode ajudar. 'Mudanças comportamentais e de temperamento requerem muito empenho e dedicação pessoal', explica a psicóloga clínica.

Aprenda a se livrar de um relacionamento destrutivo - 1 (© Mulheres são mais propensas a "embarcar" neste tipo de relação! Créditos: Thinkstock)

Como sair dessa relação destrutiva sem escoriações?
Tenha claro para si o que quer para sua vida e reflita muito antes de tomar a decisão. E, quando tomá-la, mantenha-se fiel aos seus objetivos. Pense de forma objetiva, racional e ampla. Mantenha a mente ocupada com amigos, trabalho, ginástica, por exemplo. Livre-se das lembranças, fotos, agendas e exclua o 'ex' das redes sociais. Evite situações que possam precipitar uma recaída e procure imaginar o futuro com essa pessoa e esse relacionamento pernicioso: se não quer isso para você, então, corte de vez!




Maquiagem no Carnaval: truques para não derreter e acertar nas cores da estação...



Maquiagem no Carnaval: truques para não derreter e acertar nas cores da estação - 1 (© Reprodução TV Globo)


O Carnaval está aí, batendo à porta dos foliões. Muitas pessoas saem às ruas para se divertir com amigos, familiares, conhecer pessoas, serem vistas por outras. A paquera rola solta. Nesse clima, a mulherada não quer fazer feio. Da roupa ao cabelo, elas querem mais é impressionar. E a maquiagem não poderia ficar de fora da produção especial. A boa de 2013, segundo a maquiadora da Contém 1g, Giovanna Morrell, é ousar!
Atualmente as mulheres têm acesso a inúmeras possibilidades em maquiagem: primer, spray fixador, maquiagem a prova d’água, infinitas opções de cores e texturas. Por esse motivo, não dá para ficar no básico: 'Claro que a escolha de ser básica ou fazer uma superprodução é individual, mas os dias de festas são ideais para ousar!”, lembra a especialista que deixa dicas de produtos para a maquiagem não derreter, além de cores para você apostar e fazer bonito no Carnaval.
O brilho será o grande trunfo da maquiagem para este Carnaval. E adivinha quem é a musa inspiradora desse visual? Isis Valverde, ou melhor, 'Sereia', personagem que ela interpretou na minissérie “O Canto da Sereia”. A maquiadora aproveita para explicar como montar um look parecido com o da cantora de axé vivida pela atriz. Confira!


Maquiagem no Carnaval: truques para não derreter e acertar nas cores da estação - 1 (© Reprodução TV Globo)

Maquiagem básica ou completa? Depende de você!
Para a maquiadora, a escolha de uma maquiagem básica ou de fazer uma superprodução depende do estilo de cada um. “Lembre-se que os dias de Carnaval são ideais para quem quer ousar. Então, é a hora de apostar naquela maquiagem irreverente que você sempre teve vontade de fazer”. Deixe a timidez no armário e solte a performer que existe em você.

Maquiagem no Carnaval: truques para não derreter e acertar nas cores da estação - 1 (© Reprodução TV Globo)

Produtos indicados para a maquiagem não escorrer
O calorzão com certeza pode ajudar a derreter com mais facilidade a make. A especialista Giovanna Morrell deixa a dica: “Não só a maquiagem a prova d´água é a saída para não derreter no calor ou chuva. Também vale apostar em bases de maior cobertura como primer, spray fixador e fluido matificante para retocar a make e não ficar com o rosto oleoso ao longo do dia”, ensina.

Maquiagem no Carnaval: truques para não derreter e acertar nas cores da estação - 1 (© Reprodução TV Globo)

Oleosidade da pele X Spray fixador
Quem gosta de pular Carnaval, provavelmente, vai passar por situações de mudança de temperatura nas festas em clubes fechados ou mesmo blocos de rua sob sol e chuva. Usar spray fixador é uma opção. Mas a maquiadora alerta que “o efeito do spray fixador de maquiagem vai depender da pele de cada um. Varia conforme os níveis de transpiração e oleosidade”. O ideal, então, é procurar um produto de acordo com seu tipo de pele.

Maquiagem no Carnaval: truques para não derreter e acertar nas cores da estação - 1 (© Reprodução TV Globo)

Kit básico de maquigem para o Carnaval
Giovanna Morrell recomenda levar a tiracolo corretivo, pó compacto e fluido matificante - este último, para aquelas que têm a pele mais oleosa, pois auxilia na absorção do excesso de oleosidade. “Também carregue consigo o mesmo batom ou gloss que estiver usando na maquiagem para pular Carnaval e o lápis para olhos. Esses itens vão sempre permitir um retoque no look”.
DICA = Lembre-se sempre de retirar o excesso de oleosidade da pele com um lenço de papel antes de retocar o pó.
Maquiagem no Carnaval: truques para não derreter e acertar nas cores da estação - 1 (© Reprodução TV Globo)

Dicas de looks para você arrasar no Carnaval
A maquiadora Giovanna Morrell deixa duas dicas de looks para você fazer bonito no Carnaval. Ela adianta que “a grande aposta para as pessoas que querem ficar na moda esse verão, inclusive no Carnaval, é ousar nas cores fortes, candy colors e no verde esmeralda (imagem 1) que é a cor do ano de 2013”.
DICA = A máscara para cílios Azul Vivo fica ótima com uma cor oposta a ela que é o batom Mate Orange. “As cores opostas se destacam e completam de uma maneira única no olhar”. (imagem 2)
Outra dica é apostar nas sombras em pó Menta Acetinado e Parfait Brilho Intenso, que ficam ótimas com o batom Color Effect Glacê Intenso Acetinado. Para iluminar e destacar o rosto, aposte no Duo Blush Cintilante e Lótus Acetinado. (imagem 3)
Lembrando que você pode fazer a maquiagem com produtos da Contém 1g ou com cores similares de outras marcas. É só conferir os tons indicados nas fotos.

Maquiagem no Carnaval: truques para não derreter e acertar nas cores da estação - 1 (© Reprodução TV Globo)

Truques simples para sofisticar a maquiagem
Giovanna Morrell lembra que é fácil dar um ar mais sofisticado a maquiagem: “Vale investir em aplicações de glitter no make. Ele pode ser aplicado nos olhos ou no rosto, criando um ar divertido e sofisticado ao mesmo tempo”.

Maquiagem no Carnaval: truques para não derreter e acertar nas cores da estação - 1 (© Reprodução TV Globo)

A Sereia, de Isis Valverde, é inspiração das maquiagens para o Carnaval 2013
A maquiadora conta que a maquiagem de Sereia, interpretada pela atriz Isis Valverde , está super de acordo com as tendências de verão e é ótima para brilhar no Carnaval. Giovanna Morrell mostra como é fácil de fazer:
DICA = Para reproduzir um dos looks da cantora de axé Sereia, use a cor Azure Brilho Intenso, que é uma sombra azul com microbrilhos em prata e azul. Na palpebra móvel, aplique a cor Pérola, já no côncavo, aposte na Abalone Acetinado. Em seguida, aplique abaixo das sobrancelhas a cor Bruma Cintilante e, para finalizar, um gliter em pó dourado.









quarta-feira, 30 de janeiro de 2013



Começa a valer tolerância zero de álcool no trânsito
Resolução do Contran publicada ontem proíbe que motorista beba qualquer quantidade; infrator pagará multa de R$ 1.915,40
 
Resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicada ontem instituiu, na prática, a tolerância zero de álcool no trânsito em todo o País. Agora, mesmo que o motorista parado nas blitze da lei seca tenha bebido menos de um copo de cerveja, terá de pagar multa por infringir a lei - que aumentou para R$ 1.915,40 no fim de 2012.
A Resolução 432 do Contran foi publicada no Diário Oficial da União. Ela regulamentou as mudanças aprovadas pelo Congresso Nacional, que foram sancionadas pela presidente Dilma Rousseff em 20 de dezembro, e passaram, por exemplo, a aceitar testemunhos de embriaguez como prova de que o motorista cometeu infração.
Uma das principais mudanças foi estabelecer como infração dirigir sob "qualquer influência" de álcool. Mas, como há certos níveis de imprecisão nos aparelhos de bafômetro, faltavam regras para definir como caracterizar qualquer limite. A decisão do Contran, após uma série de estudos, foi determinar que o motorista terá cometido infração se tiver 0,01 miligrama de álcool para cada litro de ar expelido dos pulmões na hora de fazer o teste. Mas definiu, na regulamentação, que o limite de referência será de 0,05 miligrama - por causa dessas diferenças dos aparelhos, em uma espécie de "margem de erro" aceitável.
Assim, se o bafômetro apresentar o número "0,05" no visor, o motorista já terá de pagar multa de R$ 1.915,40.
Outra determinação é que, no caso de o motorista fazer exame de sangue, não será admitido nenhum nível de álcool no sangue.
"Sabemos que os acidentes não são reduzidos por decreto, mas é preciso dar um basta à violência do trânsito", disse ontem o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, durante evento em Brasília para detalhar as mudanças na legislação. "O grande objetivo é mudar a postura da sociedade em relação ao risco do uso do álcool ao volante", explicou.
Limites. O novo limite equivale a menos do que um copo de cerveja, uma taça de vinho ou qualquer dose de bebida. O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), Dirceu Rodrigues Alves Júnior, afirma que bombons de licor ou medicamentos com álcool na composição não devem resultar em indiciamento para motoristas. "As dosagens (alcoólicas) são muito baixas", ressaltou.
Crimes. A nova regulamentação determinou que será caracterizado crime de trânsito (com pena de 6 meses a 3 anos de detenção, mais multa e suspensão do direito de dirigir) se o bafômetro acusar 0,34 miligrama de álcool por litro de ar expelido dos pulmões. Índices entre 0,33 e 0,05 caracterizam infração de trânsito.
Para o advogado especialista em Direito do Trânsito Marcos Pantaleão, a nova regra fecha praticamente qualquer brecha para impunidade na lei seca. "A única opção para os advogados será tentar anular o auto de constatação das multas, mas isso só se a Polícia Militar não preencher o auto corretamente", afirmou. Ele destaca também que, agora, motoristas que tiverem a Carteira Nacional de Habilitação retida terão de retirá-la no Departamento Estadual de Trânsito (Detran) após cinco dias.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013



Violência doméstica: identifique se você é uma vítima...

Violência doméstica: identifique se você é uma vítima - 1 (© Thinkstock)

De repente seu parceiro começa a controlar seu modo de vestir, as suas amizades, pede para que você deixe de trabalhar e fique em casa. Atenção, essas atitudes por vezes confundidas com cuidado e carinho podem culminar em casos de violência doméstica.
Segundo a promotora de Justiça Valéria Scarance, muitas vezes é dessa forma que os casos tendem a acontecer. 'Ciúmes e cuidado injustificado seguidos de atitudes de isolamento e depreciação são sinais de que a mulher é uma vítima em potencial da violência doméstica', observa.
Para que as mulheres fiquem alertas quanto aos sinais de que podem vir a sofrer agressões, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) distribui a cartilha 'Mulher, Vire a Página', destinada à orientação da população sobre violência o assunto.
Distribuído em locais públicos e de forma gratuita, inclusive pela internet, o material marca a criação do GEVID - Grupo de Enfrentamento à Violência Doméstica, do qual Valéria é secretária-executiva. O grupo tem por objetivo 'auxiliar mulheres vítimas desse tipo de violência a encontrarem meios de proteção e auxílio para saírem dessa situação'. Com atuação em toda a capital paulista, deve mapear os casos a fim de criar uma maior articulação com outros promotores e padronização de atendimento às vítimas.

Violência doméstica: identifique se você é uma vítima - 1 (© Thinkstock)

Identifique se você é uma vítima de violência doméstica
A especialista promotora de Justiça Valéria Scarance explica que a violência doméstica contra a mulher acontece, em regra, em casa, e é crônica e crescente. E que algumas atitudes por parte do parceiro ajudam a identificar se você pode vir a ser ou está passando por essa situação.
Cuidados injustificados: A dominação do homem acontece aos poucos. Normalmente com orientações quanto às roupas que a mulher usa, controle de amizades, demonstrando cuidado e ciúme não justificados.

Violência doméstica: identifique se você é uma vítima - 1 (© Thinkstock)

Isolamento e depreciação
Isolamento: O agressor afasta a vítima de seus amigos, da família, faz com que ela deixe o trabalho, estudos, a isola do convívio social.
Depreciação: A depreciação acontece de uma forma direta e indireta e é simples de identificar. 'Começa com piadinhas a respeito da mulher feitas, inclusive, em público, críticas e ofensas veementes. Ela já está isolada, rompeu com seu círculo de amizades, não tem fonte de renda e ainda vai passar por essa depreciação. E é nesse momento de maior fragilidade que começam as ameaças e depois as agressões', alerta a especialista.
Violência doméstica: identifique se você é uma vítima - 1 (© Thinkstock)

Não confunda cuidado com dominação
A promotora de Justiça explica que a dominação 'acontece de uma forma oculta, paulatina, muitas vezes imperceptível. Pode parecer que é cuidado, amor, então fique atenta com as atitudes dele. A inversão de culpa, por exemplo, é uma característica marcante da violência doméstica'.
Inferioridade e inversão de culpa: Com a mulher já fragilizada, o homem faz com que ela se sinta inferior a ele. Mais do que isso, o homem faz a vítima acreditar que a responsabilidade da violência que está sofrendo é dela mesma. A dominação vai se exercer de tal forma que o agressor justifica para a vítima seus atos com base em alguma conduta dela. É muito comum casos de mulheres que acreditam mesmo que eles a agrediram porque elas os provocaram ao descumprirem algum dever.

Violência doméstica: identifique se você é uma vítima - 1 (© Thinkstock)

Não tome para si a culpa da agressão
Segundo a especialista, 'é muito importante que a mulher possa identificar que a atitude de tomar para si a culpa da agressão é uma conduta nociva a ela, não importa se a violência é psicológica, uma ameaça ou a agressão física. Ela precisa entender que o único responsável pelo ato de violência é o agressor. Ele age dessa forma porque incorporou um padrão comportamental de violência, aprendeu que é dessa forma que ele se relaciona com as mulheres e numa situação adversa ele deve, sim, usar a violência”.

Violência doméstica: identifique se você é uma vítima - 1 (© Thinkstock)

Atenção para relações de amor e ódio
A especialista promotora de Justiça Valéria Scarance lembra que outro aspecto importante de observar é que a vítima desenvolve uma relação dúbia com o agressor. 'É uma relação de amor e ódio, pois, ao mesmo tempo em que admira, o tem como companheiro, que ele é pai de seus filhos, não se conforma com a violência. E ela consegue conviver com esses dois sentimentos'.

Violência doméstica: identifique se você é uma vítima - 1 (© Thinkstock)

Ciclo da violência contra a mulher
Segundo a promotora de Justiça, a violência contra a mulher ocorre de forma cíclica. 'Chamamos de 'Ciclo da Violência da Mulher' e consideramos que envolve três fases – tensão, explosão e lua de mel'.
Tensão, explosão e lua de mel: A tensão faz parte dos conflitos iniciais em que a vítima evita discordar do parceiro e toma postura omissa, pois acredita que assim evitará a agressão. Mas acontece que a agressão não deixa de acontecer, é a fase da explosão. E quando acontece essa agressão e ela tem a sensação de que não tem mais controle sobre a situação, vem a fase da lua de mel, que é quando o agressor se arrepende e pede desculpas.
Exatamente por isso que a mulher mantém relação por muito tempo com o agressor, pois ele não é violento o tempo todo. E, em regra, os agressores são primários e com bons antecedentes, trabalhadores, bons cidadãos e até religiosos. E, no fim, pedem perdão.

Violência doméstica: identifique se você é uma vítima - 1 (© Thinkstock)

Denúncia X Mudança de comportamento
A especialista lembra que o fato de o agressor pedir perdão é determinante para que a mulher evite a denúncia. 'E quando denuncia, o agressor normalmente muda de comportamento e ingressa na 'lua de mel', pede perdão e convence vítima e até familiares de que mudou e nunca mais vai agir dessa forma. Por um tempo ele pode até mudar, mas normalmente volta a agredir a mulher e cada vez com maior intensidade. A violência, nesses casos, tende a ser crescente e, quanto mais ele agride, menor a possibilidade de reação da vítima. Muitas delas só procuram ajuda quando estão com a sensação de que podem morrer efetivamente.

Violência doméstica: identifique se você é uma vítima - 1 (© Thinkstock)

Não hesite em denunciar
A especialista explica que as pessoas têm um a noção falsa de que a violência doméstica não é algo grave. 'Esse tipo de violência tem índice elevado, mas é difícil ser combatida por não haver testemunhas. Como disse, acontece dentro de casa, o agressor se retrata e eles ingressam na fase de lua de mel. Ainda tem o caso de a vítima ser convencida pela família a desistir da denúncia e a questão de assumir a culpa. Muitas vezes a mulher nem se vê como vítima, não tem consciência da gravidade da situação. Há casos extremos de vítimas que morrem sem esboçar nenhuma reação, oposição'.

Violência doméstica: identifique se você é uma vítima - 1 (© Thinkstock)

Ajude uma vítima de violência doméstica. Denuncie!
A especialista lembra que desde fevereiro de 2011, aconteceu uma alteração importante na Lei Maria da Penha, que protege a mulher vítima de violência. Por uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), entende-se agora que para os crimes de lesão corporal dolosa leve, a vítima não precisa autorizar a ação do Estado. Apesar de alguns crimes praticados contra ela dependerem do seu ‘sim’ para a efetivação do processo, no caso de lesão leve a lei pode ser aplicada sem queixa da agredida, por denúncia de terceiros e independente de ela querer ou não punir e processar o agressor.
De acordo com Valéria Scarance, um ponto positivo da lei foi a inovação quanto às medidas protetivas: 'Entre 2011 e 2012 houve um aumento de 40% de medidas protetivas, que são medidas de urgência, como, por exemplo, a determinação do afastamento do agressor, a proibição de aproximação da vítima com limite de distância, a proibição de contato por qualquer meio, a suspensão da visita aos filhos e ainda a proibição de frequentar determinados lugares, como faculdade e emprego da vítima. Essa variação no número de medidas protetivas não significa que houve um aumento da violência. O que acontece é que a lei se tornou mais conhecida e os casos passaram a se tornar públicos'.

Violência doméstica: identifique se você é uma vítima - 1 (© Thinkstock)

Ajude uma vítima de violência doméstica. Denuncie!
A promotora de Justiça explica que uma mulher vítima deixar de noticiar a violência não é porque não deseja, mas porque não consegue. 'Se não há um terceiro, um amigo, autoridade que incentive e a apoie, ela não tem forças. Imagine, se nem conseguiu se opor às agressões que sofreu, como pode ter força para enfrentar inquérito policial, processo, críticas da família? Há muito sentimentos em jogo. Elas não conseguem arcar com o peso da responsabilidade de um processo, tem a questão da relação de amor e ódio, a situação financeira, o desamparo aos filhos, a exposição da família. Então, quando o Estado toma uma decisão pela vítima, muitas vezes ela se sente encorajada em relatar a agressão. Tenho visto muito em audiências mulheres que não desejavam processar o agressor, mas quando perguntadas pelo juiz se aquilo realmente aconteceu, acabam relatando o caso e ajudam no processo'.

Violência doméstica: identifique se você é uma vítima - 1 (© Thinkstock)

Não aceite e nem perdoe a violência
A especialista relata que nem todos os casos terminam em homicídio, mas que não se pode descartar essa possibilidade por conta dos bons antecedentes do agressor. 'A oposição à violência é a única forma de evitá-la. Não aceite a depreciação e controle sobre você, nem ameaças e não perdoe as agressões. Essa posição que a mulher deve tomar pode evitar um mal maior'.
Outra dica da especialista para mulheres que sofreram violência e entraram com processo é que não desistam do inquérito. 'Quando a mulher é agredida e pede medida protetiva, normalmente, as agressões cessam. Ou mesmo o simples fato de ela não desistir e registra um Boletim de Ocorrência. Quando a vítima desiste do processo dá a chance de o agressor se sentir empoderado e, muitas vezes, a agressão pode vir a acontecer com maior intensidade'.


Violência doméstica: identifique se você é uma vítima - 1 (© Thinkstock)

Violência doméstica não distingue condição social
Há a falsa concepção de que a violência doméstica só atinge pessoas de classe mais baixa e com baixo nível sócio-educativo, segundo a especialista. “A violência doméstica atinge todas as classes sociais e pessoas de todos os níveis culturais. Isso demonstra como a violência é um problema que merece atenção especial, considerando vítimas e agressores,” defende.

Violência doméstica: identifique se você é uma vítima - 1 (© Thinkstock)

Mais sobre a cartilha “Mulher, Vire a Página”
A cartilha “Mulher, Vire a Página”, foi criado para a mulher entender se está ingressando em ciclos de violência, quais são os seus direitos e como procurar ajuda. O lançamento aconteceu no mês de setembro, na capital paulista, na ocasião da oficialização do GEVID - Grupo de Enfrentamento à Violência Doméstica, do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), e foram distribuídos mais de 20 mil exemplares para a população em geral. Outros exemplares podem ser adquiridos em órgãos públicos e entidades que trabalham com a defesa da mulher no Estado de São Paulo. Também é possível visualizar e baixar a cartilha via internet no site do Ministério Público.